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Garrote - Garrote

Garrote

Instrumento usado para a supressão temporária da circulação num membro a fim de combater a hemorragia.

Fimatose - Fleborragia

Fleborragia

Hemorragia de uma veia.

Otorragia - Otorragia

Otorragia

Hemorragia do ouvido.

Epistáxis - Epistáxis

Epistáxis

Hemorragia procedente do nariz que pode ser produzida por um traumatismo físico ou associar-se à febre, a pressão arterial elevada ou determinadas perturbações sanguíneas. O sangue costuma proceder de um vaso próximo do orifício externo do nariz, em cujo caso a hemorragia pode deter-se aplicando uma pressão dos lados do nariz. Noutras ocasiões deve-se tapar com gaze para controlar a perda hemática.

Choque operatório - Choque operatório

Choque operatório

Choque provocado pelos traumatismos viscerais, por hemorragia ou por ambos no decurso de uma intervenção cirúrgica.

Hemoftalmia - Hemoftalmia

Hemoftalmia

Hemorragia no humor vítreo do olho.

Metrorragia - Metrorragia

Metrorragia

Hemorragia procedente do útero fora dos períodos menstruais. A metrorragia pode indicar a presença de um cancro no colo do útero ou de outra doença do útero.

Hemorragia cerebral - Hemorragia cerebral

Hemorragia cerebral

Hemorragia procedente de uma artéria cerebral no tecido deste órgão. Ocorre na doença degenerativa dos vasos sanguíneos e pela elevação da tensão arterial. A extensão e a severidade dos sintomas dependem da localização e do volume da hemorragia. A sintomatologia varia desde uma paresia ou entumecimento passageiro, ao coma profundo e morte.

slide hemofilia 02 - Anti-hemorrágico

Anti-hemorrágico

Substância que pára a hemorragia por favorecer a coagulação ou por uma ação de vasoconstrição.

Ferida - Ferida

Ferida

Qualquer solução de continuidade bruscamente produzida nos tecidos por um traumatismo direto (mecânico, térmico, por radiações, etc.). Designa-se por contusão, uma lesão traumática extensa das partes profundas sem a correspondente lesão traumática superficial. Classificadas segundo o efeito imediato produzido, são conhecidas normalmente quatro variedades: incisas, perfurantes, lacerantes, laceradas e contusas. As feridas incisas são em regra, devidas a um instrumento cortante e apresentam os bordos lisos, conservando-se intato os tecidos circunvizinhos. Nestes casos, a hemorragia é, em geral abundante, mas pode ser rapidamente estancada.

As feridas perfurantes são causadas por um instrumento pontiagudo. São as mais perigosas, quer por a sua profundidade poder atingir órgãos vitais, quer por a hemorragia devida a uma tal ferida poder ser difícil de controlar, quer ainda pela dificuldade de desinfeção.

As feridas laceradas apresentam grandes rasgões, tais como os produzidas por acidentes com máquinas. Como os vasos, ao serem cortados, são torcidos, há pouca tendência para a hemorragia.

As feridas contusas são aquelas em que estão traumatizadas as partes vizinhas, como no caso de uma pancada com um pau ou um ferro. A hemorragia é pequena, mas a cicatrização é lenta, devido à maceração do bordo da ferida. O primeiro dever de quem assiste a um ferido é procurar deter a hemorragia. Isto consegue-se por pressão sobre os bordos da ferida com o auxílio de um lenço limpo ou se a hemorragia é grave, colocando o dedo na ferida e fazendo pressão sobre o ponto do qual escorre sangue. Podem empregar-se outros métodos.