epilepsy 03 - Ausência

Ausência

Falta de memória acidental ou perda momentânea de conhecimento no pequeno mal epiléptico.

transferir 13 - Aorta

Aorta

Artéria principal do organismo, de que derivam todas as outras. Começa no ventrículo esquerdo (aorta ascendente) para se arquear por cima do coração e descer diante da coluna vertebral (aorta descendente). Proporciona uma série de grandes e pequenas ramificações arteriais para acabar por se bifurcar nas artérias ilíacas primitivas direita e esquerda. A parte da aorta que desce desde o arco aórtico até ao diafragma denomina-se aorta torácica; a parte situada por baixo do diafragma chama-se aorta abdominal.

Adie síndroma desíndroma de Holmes Adie - Adie, síndroma de(síndroma de Holmes-Adie)

Adie, síndroma de(síndroma de Holmes-Adie)

Anomalia das pupilas oculares que costuma manifestar-se apenas num dos olhos. Em repouso, a pupila afetada é maior que o normal, reage lentamente à luz e a resposta à convergência dos olhos é também lenta. Finalmente, a pupila afetada
contrai-se muito mais do que a sua homóloga normal. Podem estar abolidos um ou vários reflexos tendinosos. Esta síndroma costuma apresentar-se quase exclusivamente na mulher.

1214404982444apendicite final - Apêndice

Apêndice

Designa geralmente o apêndice vermiforme do intestino grosso. É um canal curto e delgado com forma de fundo de saco, de uns 7 a 10 centímetros de comprimento, que se encontra no fundo do cego (porção no início do intestino grosso). Não se conhece a sua função no homem e pode infetar-se e inflamar-se, principalmente nos adultos jovens.

dicas de como controlar a ansiedade - Ansiedade

Ansiedade

Temor generalizado omnipresente. O estado de ansiedade é uma forma de neurose em que a ansiedade domina a vida do doente. Pode tratar-se mediante psicoterapia, terapia comportamental e medicamentos tranquilizantes.

As suas causas nem sempre são evidentes.

estrutura rna fig1 - ARN mensageiro

ARN mensageiro

Tipo de ARN que transporta a informação do código genético do ADN desde os núcleos celulares aos ribossomas, onde o código é traduzido em proteínas.

Ateroma - Ateroma

Ateroma

Degeneração das paredes arteriais causada pela formação nas mesmas de placas gordas e tecido de cicatriz. O ateroma limita a circulação sanguínea e predispõe à trombose. É corrente nos adultos dos países ocidentais. As suas causas principais são a alimentação rica em gorduras animais e o açúcar refinado, o tabaco, a obesidade e a inatividade. Às vezes é assintomático mas com frequência causa complicações derivadas da obstrução arterial na meia-idade e na idade avançada da vida (por exemplo, a angina do peito, o ataque cardíaco, a apoplexia e a gangrena). O melhor tratamento é a sua prevenção, embora alguns sintomas se possam melhorar com a terapêutica medicamentosa (por exemplo, na angina de peito, a trinitoglicerina) ou o bypass cirúrgico (curto-circuito ou exclusão) da obstrução arterial.

images - Acomodação

Acomodação

Adaptação da forma do cristalino com a finalidade de modificar a focagem do olho. Este fenómeno realiza-se em virtude da elasticidade do cristalino. O poder pelo qual o olho consegue adaptar-se por si próprio à visão dos objectos distantes ou próximos chama-se poder de acomodação. Aos 45 anos, o cristalino já perdeu bastante elasticidade, por volta dos 60 já tem dificuldade em realizar a acomodação, aos 75 anos é quase impossível. Por isso, com o avanço da idade, as pessoas tornam-se incapazes de ler, de ver ou executar trabalhos minuciosos sem óculos, ao passo que a maior distância vêem bem. Esta modificação normal é conhecida pelo nome de presbiopia ou vista cansada.

Aerembolia - Aerembolia

Aerembolia

Embolia gasosa por descompressão súbita. Pode acontecer aos mergulhadores que vêm à superfície muito rapidamente e aos aviadores que atingem grandes altitudes que muito velozmente.

Autismo fita3 - Autismo

Autismo

Doença psiquiátrica rara e grave da infância (síndroma de Kanner, autismo infantil) que se inicia antes dos dois anos e meio de idade. Carateriza-se pela incapacidade de comunicar por meio da linguagem e de formar conceitos abstratos (“fechamento sobre si mesmo”). As pautas da conduta são repetitivas e limitadas com obsessiva resistência às pequenas mudanças no ambiente familiar. As crianças autistas são incapazes de estabelecer relações pessoais normais mas, pelo contrário, podem ter uma linguagem emocional com os objetos. Algumas, embora não todas, são inteletualmente subnormais. Como causas importantes invocam-se os fatores genéticos e lesão cerebral. O tratamento não é específico, mas as crianças exigem uma prolongada educação especializada.